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Prisão Capítulo 25

18:44Waldryano Diácono


Por Waldryano | Para o blog Waldryano
Capítulo 25
Um Culto para recordar

[Final – parte 1]
Hoje estou no culto e estou de joelhos orando, sim, hoje vim mais cedo para a igreja orar, e já fazia um tempão que eu não fazia isso.
E a minha oração foi longa, orei sim, agradeci a Deus por tudo, pela vida, por ter encontrado pessoas boas no meu caminho pela minha família maravilhosa, Meu pai minha mãe, pessoas que eu amo. E orei agradecendo a Deus por em meio a tudo isso ter encontrado o Amor.
A minha oração, foi longa, e só pedia perdão e misericórdia.
Perdão por ter emprestado o carro do meu pai, para fazer algo errado, num sábado a noite, e o pior por ter que não poder contar aos meus pais o que o meu amigo Nilmar fez, um crime, um tiro, e quase tirou uma vida, nesta ora, a minha oração estava em lágrimas, sentia com forte emoção as dores da mãe e do pai do Zecão que com certeza estavam naquele exato momento no hospital, esperando um milagre, a recuperação do seu filho.
Estava isolado em um banco meio longe, meu pai e minha mãe estranharam, mas pedi para estar longe precisava orar.
-Sabe aquele momento, que você tem que estar longe, e somente orar a Deus? Era esse momento e estava lá prostrado, pedindo misericórdia, perdão e pedia para Deus sondar aquele hospital e cuidar daquele jovem que de uma maneira ou outra tinha sim um pinguinho de culpa, afinal atirou utilizando o carro do meu pai.
E a minha oração também foi pautada, em proteção.
Em alguns momentos clamava com fervor:
-Deus tenha misericórdia! Não deixem pessoas inocentes pagarem por um erro que não são Delas! Protege senhor, minha mãe que eu amo tanto e o meu amor Nelma, não deixe que nada de Mal aconteça com elas.
E por final, orei pedindo para Deus abençoar o meu futuro com a Nelma, naquele momento orava, amados, orava, e nesta oração sincera, sentia um calor inexplicável no meu ser, não sei explicar, só sei que senti a felicidade de uma oração sincera.
O trintrin de um sino de mesa, tocou era hora de terminar a oração.
Levantei, enxugando o choro, e logo vi ela, linda simplesmente linda a Nelma estava linda, não conseguia pensar em outra coisa era só isso, nela, tudo apagou-se dos meus pensamentos, e focalizei nela, claro que com muita compostura estava na casa de Deus. Mas era tanto sofrimento que um reluzir de felicidade podia sorrir para mim. Fiz um sinal, e ela entendeu e veio e sentou ao meu lado. E ela disse assim.
-Amor, (soou como cantos de rouxinol) você esta lindo, com essa roupa.
Nem percebi que estava digamos alinhado, eu que não gostava muito de social, naquele momento sentia-me como outra pessoa, e assim estava perfumado, todo de preto e uma elegante gravata marrom que meu pai emprestara. E ela? Simples e linda com seu cabelo escovado,um perfume de amêndoas que amava e um magnífico, sim magnífico vestido de cetim azul, sapatos escarpam, combinavam perfeitamente com o cinto dourado do seu vestido, uma elegância que nunca tinha visto em uma menina, e estava ela ali ao meu lado, pegou na minha mão, e neste momento, um ou dois olhavam para nosso banco davam risadinhas e voltavam se a compostura, afinal era um lugar de extrema reverencia, estávamos ali para prestar o culto perfeito a Deus.
Estávamos naquele momento de testes de som antes do efetivo inicio do culto, e começou por si só, o culto, uma leitura bíblica com a igreja, cada um lia um versículo, todos de pé, e para a minha surpresa, que leitura foi feita ??? O Salmos 1 que tanto me sondou nestes momentos.
E minha Nelma disse assim.
-Vou louvar os hinos da harpa, fique aqui, e louve ao Senhor! Ele é bom, me trouxe Você.
E foi ela e mais duas irmãs, até a frente e foi sorrindo.
O Primeiro verso do louvor era assim:
-Foi na cruz foi na cruz, onde um dia eu vi, meus pecados castigados em Jesus.
Ao escutar entendi, que ali era o meu lugar, aos pés de Jesus, prostrado, e decididamente sim, hoje iria me reconciliar e nunca mais se distanciar dEle, que tanto me ama e me dava uma segunda chance, e sim estava trazendo o amor para a minha vida!
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Em algum lugar da cidade, o Pai do Nilmar, parava com seu carro roubado, e o Nilmar ficara no banco de carona esperando:
-Fique aqui, vou fazer aquela ligação,
-Tudo bem pai, vai lá...
E foi o Pai do Nilmar, num telefone publico, colocou um lenço no telefone, afim de abafar sua voz, ligou a policia e disse assim:
-Tenho uma denuncia a fazer. O rapaz que atirou no moço que esta no hospital, aquele crime de ontem a noite, seu nome é Robson, e agora ele esta na Igreja, sim eu vi, o crime, estava com o carro que esta lá com ele na igreja. Como? A sim um gol preto. Como? Não quero me identificar, pois tenho medo de sua família se vingar, estou ligando, pois estou indignado com esse crime, e a tempos esse baderneiro esta fazendo pequenos delitos, Como? Sim ele mora no mesmo bairro que eu. Como? Não, não vou me identificar fica a denuncia. O jovem esta agora na igreja no endereço (...) e com o carro do crime.
#
Na igreja A Nelma terminara os louvores da harpa, e vinha sentar novamente no banco comigo, eu feliz com meu amor na Igreja. E meus pais me observando de longe e sorriam felizes da vida.

##Não vou comentar muito amados leitores esses momentos finais, fiquem comigo, que não irão se arrepender, A paz do Senhor a todos. Wal##
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